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Deus está morto. Viva o autômato!

O artigo propõe-se a pensar algo do pathos da Modernidade – a paixão pelo autômato –, à luz do conceito nietzschiano Morte de Deus. Nesse sentido, toma como matéria de análise dois clássicos do cine ma de ficção científica: 2001: uma odisseia no espaço , de Stanley Kubrick, e Blade r...

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Detalhes bibliográficos
Publicado no:Estudos e Pesquisas em Psicologia
Principais autores: Amadeu de Oliveira Weinmann, Roberto Henrique Amorim de Medeiros, Gustavo Caetano de Mattos Mano
Formato: Artigo
Idioma:Português
Publicado em: Universidade do Estado do Rio de Janeiro 2017
Assuntos:
Acesso em linha:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=451855912013
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