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Na escola se aprende que a diferença faz a diferença

Neste artigo, problematizo os limites das instituições sociais em lidar com os sujeitos que fogem às normas de gênero. Deter-me-ei principalmente nas respostas que a escola tem dado aos/às estudantes que apresentam performances de gênero que fogem ao considerado normal.

I tiakina i:
Ngā taipitopito rārangi puna kōrero
I whakaputaina i:Revista Estudos Feministas
Kaituhi matua: Berenice Bento
Hōputu: Artigo
Reo:Português
I whakaputaina: Universidade Federal de Santa Catarina 2011
Ngā marau:
Urunga tuihono:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=38119942016
Ngā Tūtohu: Tāpirihia he Tūtohu
Kāore He Tūtohu, Me noho koe te mea tuatahi ki te tūtohu i tēnei pūkete!