A passagem do "eu penso" ao "eu existo" em Jaakko Hintikka e em Jacques Lacan
Apesar de validar o cogito no ato da enunciação, o interesse que Lacan nele deposita se distancia da autoverificabilidade existencial da proposição "eu existo", tal como defendida por Jaako Hintikka. Embora ambos os autores assumam a necessidade de remeter o ato da representação a algo além do nível...
Gardado en:
| Publicado en: | Ágora: Estudos em Teoria Psicanalítica |
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| Autor Principal: | |
| Formato: | Artigo |
| Idioma: | Português |
| Publicado: |
Universidade Federal do Rio de Janeiro
2010
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| Assuntos: | |
| Acceso en liña: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=376534595002 |
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