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O corpo idealizado de consumo: paradoxos da hipermodernidade

Em tempos hipermodernos, nos quais reina o paradoxo do "elogio da moderação e da cultura do excesso" (Lipovetsky, 2004), os corpos, cada vez mais, ganham visibilidade e são tratados enquanto mercadoria a ser vendida pela indústria cultural e pela indústria da saúde. A publicidade, não raro, dá a imp...

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Gardado en:
Detalles Bibliográficos
Publicado en:Revista Mal-estar E Subjetividade
Principais autores: Maria de Fátima Vieira Severiano, Mariana Oliveira do Rêgo, Érica Vila Real Montefusco
Formato: Artigo
Idioma:Espanhol
Publicado: Universidade de Fortaleza 2010
Assuntos:
Acceso en liña:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=27116941007
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