Ao Fernando Couto: uma rosa feita amor, um espinho feito dor
E em mim não ficou uma rosa do amor, mas um jardim inteiro de amor feito rosas, que continuo a regar, a adubar e onde, às vezes, continuo a colher em silêncio rosas perfumadas, feitas poemas. Quem me dera poder partilhá-las consigo. Quem me dera poder saber que iria apreciar o seu cheiro, o seu toqu...
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| Autor principal: | |
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| Formato: | Online |
| Lenguaje: | Português |
| Publicado: |
Programa de Pós-Graduação em Letras Vernáculas da Faculdade de Letras da UFRJ
2024
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| Acceso en línea: | https://revistas.ufrj.br/index.php/mulemba/article/view/64815 |
| Etiquetas: |
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