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Variação e mudança em nomes de jogadores da Seleção Brasileira

Este artigo apresenta uma análise de antropônimos oficiais e não oficiais de jogadores da Seleção Brasileira do período compreendido entre 1958 e 2018. O marco teórico se apoia tanto em estudos de Onomástica, como Amaral (2011), Amaral e Seide (2020), Bajo Pérez (2002), Becker (2018), Fernández Lebo...

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Bewaard in:
Bibliografische gegevens
Hoofdauteurs: Vinícius Pereira de Souza Cruz, Eduardo Tadeu Roque Amaral
Formaat: Artigo
Taal:Inglês
Gepubliceerd in: Universidade Estadual do Oeste do Paraná 2020-12-01
Reeks:Onomástica desde América Latina
Onderwerpen:
Online toegang:http://e-revista.unioeste.br/index.php/onomastica/article/view/25720
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